Às vezes eu fico me perguntando se só eu tenho uma relação tão estranha com o shuffle, eu explico:
Quase sempre que eu ligo meu Ipod eu o deixo no modo aleatório, por preguiça de pensar no que eu quero ouvir, ou por pressa, geralmente, e sempre acabo estabelecendo um tipo de relação com o meu Shuffle.
Tem dias em que parece que ele esta tentando me por pra baixo e as vezes eu entro na onda dele; em outros parece que ele quer me animar; os piores são os dias em que eu não concordo em nada com ele e avanço todas as músicas que me propõe; mas existem os melhores dias de todos,os dias como o de hoje, que me motivou a escrever este post, o dia em que parece que ele sabe tudo o que eu quero ouvir, mais do que eu até, e nesses dias eu fico com a impressão que tudo vai dar certo.
Na verdade uma música pode mudar meu humor, principalmente na hora em que eu acordo. Essa história pode parecer besta ou meio estranha, mas talvez seja um pouco do que eu sou. Então decidi compartilhar essa esquisitice minha com quem nos lê, só pra saber das suas esquisitices também, afinal, como diz o velho clichê, de perto ninguém é normal.

Realmente Man, música, mais do que uma arte, é o estado de espírito. Já ouvi relatos de pessoas que desistiram do suicídio (ou o cometeram) por ouvir determinada música.
Sem contar que nossa vida pode ser contada pelas músicas que ouvimos em determinadas épocas.
Abraços!
É, concordo parcialmente com você, acho que a música, assim como a bebida, não cria nenhum tipo de sentimento ou atitude em uma pessoa, ela só ajuda a trazer à tona alguma coisa que já está lá. Como no caso da escola em Columbine em que botaram a culpa no Marlin Mason.